Mês: Março 2021

Tenho cada vez mais consciente que a sociedade atual tudo faz para que cada um não seja mais do que um figurante da sua própria vida, espectador passivo de objetos que outros produzem, peça duma cadeia de produção cada vez mais automatizada, consumidor de produtos que outros desenham, numa prática

As Tecnologias e a Invenção de Futuros Ler o Mundo em Português – Qual a importância hoje das tecnologias multimédia e os desafios com que estão confrontadas? Luís Grifu – A vertiginosa evolução das tecnologias multimédia dos últimos anos tem apresentado enormes desafios a artistas, designers e programadores. Estes desafios

Não existe fronteira definida entre literatura erudita e literatura popular, entre as quadras e sextilhas do poeta académico e as do cantador de rua. O popular não recorrerá a metáforas nem a hipérboles, usará apenas o vocabulário do linguajar quotidiano e comum, mas não há regras nem cânones que definam

Que força misteriosa é esta que faz com que todos andem inquietos, os físicos com os aceleradores de partículas e os poetas com os aceleradores da sensibilidade. Manuel António Pina Apesar da ideia mais aliciante ser, para mim, a da implosão de tudo o que mata a criatividade, nomeadamente as

Reavivar a memória de Mário Barradas foi uma aventura de fascínios, emoções, reencontros e ensinamentos. A vida do Mário foi fascinante, pelos mundos por onde passou e viveu, Açores, Lisboa, Timor, Moçambique, Strasbourg, Évora, emocionante porque foi capaz de abandonar um bem sucedida carreira de advogado em Lourenço Marques para

O subdirector Lúcio Mendes, que a Comissão herdara por necessidades de continuidade formal com o passado da instituição, costumava dizer que, depois de ver Madalena Perdigão actuar no Conservatório Nacional ficara a perceber por que razão todos os furacões tinham nome feminino. José Sasportes (1992) A necessidade de uma reforma

Intervenção lida em 2 de Dezembro de 2020, no Restaurante O Pote, em Lisboa, no âmbito dos almoços da Tertúlia À Margem. Por Rodrigues Vaz Embora a 5 mil quilómetros de distância, em Luanda, devido à minha profissão de jornalista, tinha acesso a toda a imprensa que se publicava em

“O teatro é a mais ciumenta das artes”. Mário Barradas Um pouco por acaso, foi na esplanada do Teatro Nacional D. Maria II, com vista para o Rossio, em pleno centro da capital, que a Cena’s conversou com Mário Barradas, o actor e encenador que criou o Centro Dramático de

Mário Barradas, é para mim o profissional que maior contributo deu para a transformação da realidade do teatro português nos últimos 50 anos, que tive a sorte de ter como Amigo, com quem trabalhei e partilhei projectos, com quem convivi como irmão e que foi sem dúvida meu Mestre desde

Receber informações

Deixe-nos o seu e-mail para receber avisos sobre a publicação de novos artigos ou outras informações.