Ana de Hollanda: O Brasil possui uma capilaridade cultural fora do comum

Sampaio da Nóvoa: O Português como Língua Global

Não existe fronteira definida entre literatura erudita e literatura popular, entre as quadras e sextilhas do poeta académico e as do cantador de rua. O popular não recorrerá a metáforas nem a hipérboles, usará apenas o vocabulário do linguajar quotidiano e comum, mas não há regras nem cânones que definam

Que força misteriosa é esta que faz com que todos andem inquietos, os físicos com os aceleradores de partículas e os poetas com os aceleradores da sensibilidade. Manuel António Pina Apesar da ideia mais aliciante ser, para mim, a da implosão de tudo o que mata a criatividade, nomeadamente as

Reavivar a memória de Mário Barradas foi uma aventura de fascínios, emoções, reencontros e ensinamentos. A vida do Mário foi fascinante, pelos mundos por onde passou e viveu, Açores, Lisboa, Timor, Moçambique, Strasbourg, Évora, emocionante porque foi capaz de abandonar um bem sucedida carreira de advogado em Lourenço Marques para

O subdirector Lúcio Mendes, que a Comissão herdara por necessidades de continuidade formal com o passado da instituição, costumava dizer que, depois de ver Madalena Perdigão actuar no Conservatório Nacional ficara a perceber por que razão todos os furacões tinham nome feminino. José Sasportes (1992) A necessidade de uma reforma

Intervenção lida em 2 de Dezembro de 2020, no Restaurante O Pote, em Lisboa, no âmbito dos almoços da Tertúlia À Margem. Por Rodrigues Vaz Embora a 5 mil quilómetros de distância, em Luanda, devido à minha profissão de jornalista, tinha acesso a toda a imprensa que se publicava em

“O teatro é a mais ciumenta das artes”. Mário Barradas Um pouco por acaso, foi na esplanada do Teatro Nacional D. Maria II, com vista para o Rossio, em pleno centro da capital, que a Cena’s conversou com Mário Barradas, o actor e encenador que criou o Centro Dramático de

Mário Barradas, é para mim o profissional que maior contributo deu para a transformação da realidade do teatro português nos últimos 50 anos, que tive a sorte de ter como Amigo, com quem trabalhei e partilhei projectos, com quem convivi como irmão e que foi sem dúvida meu Mestre desde

A primeira vez que ouvi o nome de Mário Barradas foi em Abril ou Maio de 1971. Ia na minha terceira inscrição na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, tinha passado pelo Cénico de Direito (em 1967/68, experiências com Luís de Lima e Fernando Gusmão interrompidas pela censura/PIDE, depois,

Esta é uma homenagem orgânica: estás no corpo de alguém que poderia fazer o que estás a fazer e melhor, uma voz múltipla — nomeá-la-iam personagem. Uma figura dirty realist, excessiva, alimentando-se de palavras como outros de trigo, preso à invenção com obsessão constante, em autovigilância de vocabulário próprio —

Da atividade teatral de Mário Barradas em Moçambique e dos seus posteriores estudos específicos em Estrasburgo tinha eu algumas vagas notícias. Mas nunca, sobre isso, havíamos trocado qualquer correspondência, sendo ele açoriano como eu (nascido ele na ilha de São Miguel e eu na ilha Terceira). Até que este meu

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