A dança no Brasil tem nome. Ballet Stagium. São 45 anos com pés no presente, olhos no futuro. E um passado único. São 45 anos dançando o Brasil, a sua gente, o seu tempo. Dançando a violência do Holocausto e a luta dos mineiros do Chile e o garimpo de
Com a Língua Portuguesa estava lançado o veículo que conduz o pensamento português, i.e., a palavra, os conceitos e os signos, que, reflectindo uma experiência cultural específica e «situada», vão derramar-se na universalidade como exprime o génio camoniano, «Cantando espalharei por toda a parte….». Os Lusíadas, constituem a primeira visão
Muitos lembram-se da sua voz cristalina no musical O Que Faz Falta que esteve em cena no Teatro Villaret em 2010, altura em que Camila Honda frequentou em Portugal um mestrado de Criação Artística na Universidade de Aveiro. Nascida no Belém do Pará, ela é um produto dos tempos de
“Vida de artista. Uma música da Sueli Costa que caiu como uma luva na minha vida. Poesia linda demais. E uma pergunta que ecoa lá no fundo da alma.” Camila Honda
Se fosse vivo, Francisco Xavier da Cruz faria 115 anos em Dezembro deste ano. Figura incontornável dos universos culturais cabo-verdiano e lusófono, autor de grande parte dos temas musicais hoje considerados como clássicos na música popular do arquipélago da “Morabeza”*, deve o “nominha” que o popularizou (alcunha, em crioulo) justamente
O João, como diz na sua página do facebook, é um homem dos mil ofícios, encenador, professor e educador, produtor cultural, marido, pai e amante das energias positivas. É diretor do Centro Cultural Português Pólo do Mindelo, do Instituto Camões, e encenador na empresa Grupo de Teatro do Centro Cultural Português do
Seria preciso falharmos muito para que o português não fosse daqui a dez anos uma das principais línguas do mundo.




